segunda-feira, 30 de julho de 2012

O que esperar de Need for Speed: Most Wanted

O próximo jogo da série Need for Speed traz consigo um dos nomes de maior sucesso na franquia: Most Wanted. Considerado um dos melhores jogos da série até então, o estúdio Criterion – responsável pelo desenvolvimento de Burnout e NFS: Hot Pursuit – terá uma grande responsabilidade em trazer toda a emoção das corridas clandestinas e perseguições policiais, de uma forma diferente do título lançado em 2010. Será que vão conseguir?
Need for Speed: Most Wanted (Foto: Divulgação) 
Need for Speed: Most Wanted (Foto: Divulgação)
Um mundo aberto
A Criterion já havia desenvolvido Hot Pursuit, portanto eles sabem como fazer um jogo de corrida com polícia envolvida. Mas em Most Wanted, as coisas eram um pouco diferentes. Quem jogou o antecessor em 2005, espera mais do que apenas as corridas de um jeito linear. O mundo aberto foi uma das principais características do primeiro Most Wanted, e ele estará de volta na nova versão.

Não apenas um mundo para se explorar, mas alguma interação com este mundo também é esperada, como os atalhos em vários trechos da cidade, saltos cinematográficos, e o encontro com outros pilotos. Tudo isso acontece enquanto viaturas policiais patrulham a região, e caso o jogador seja avistado, uma perseguição tem início.
Errando e aprendendo
Em uma entrevista concedida ao site CVG, o executivo da Electronic Arts, Frank Gibeau, falou a respeito das baixas vendas de Need for Speed: The Run, lançado no ano passado. Os erros foram analisados, e espera-se não cometê-los novamente em Most Wanted.
Need for Speed: Most Wanted (Foto: Divulgação) 
Need for Speed: Most Wanted (Foto: Divulgação)

Contudo, como o estúdio é conhecido por Burnout Paradise (ainda mais no sentido de exploração de mundo aberto), é possível que elementos deste jogo estejam presentes em Most Wanted. Outra marca registrada do estúdio são as cutscenes que mostram os carros batendo, capotando e se dando mal. Nem todos os jogadores gostam desse momento onde a ação na pista pára, e passamos a contemplar a derrota de um adversário, enquanto o carro do jogador continua correndo no piloto automático.
(Fonte - TechTudo)

EA divulga detalhes de nova expansão de Battlefield 3 – Aftermath

A Electronic Arts divulgou os primeiros detalhes de Aftermath, próxima expansão de Battlefield 3, que deve ser lançada em dezembro deste ano. De acordo com a empresa, esta expansão se passa em um cenário devastado por um terremoto, o que vai tornar as partidas multiplayer ainda mais difíceis, por conta do terreno acidentado e outros obstáculos.
Aftermath vai colocar os jogadores em um cenário devastado (Foto: Divulgação) 
Aftermath vai colocar os jogadores em um cenário devastado (Foto: Divulgação)
O principal papel dos jogadores em Aftermath será sobreviver, não só aos tiros dos inimigos, mas também a desafios naturais que a paisagem devastada vai proporcionar. Com a capacidade de soldados reduzida a números mínimos para os dois lados do conflito, as forças inimigas terão que bolar um plano conjunto de usar o cenário a seu favor.
Além do novo cenário, os jogadores também podem esperar por novidades adicionais, como armas e veículos inéditos, além de missões e objetivos novíssimos, de acordo com o ambiente dos cenários. Conquistas e troféus adicionais também estão previstos.

Entre os novos veículos haverão versões altamente modificadas de veículos militares e também civis. Afinal, em um mundo devastado os soldados terão que improvisar para continuar se deslocando por grandes distâncias.
Antes de Aftermath of fãs recebem ainda o extra Armored Kill, que vai se focar no combate entre veículos para o multiplayer, em setembro. Aftermath será o penúltimo conteúdo adicional de Battlefield 3, enquanto o último será End Game, programado para março de 2013.
Battlefield 3está disponível no PC, Xbox 360 e PlayStation 3. Assinantes do serviço Battlefield Premium recebem todos os extras duas semanas antes dos demais jogadores.
(Fonte - TechTudo)

Google lança reconhecimento de escrita para buscas em tablets e smartphones

O Google anunciou na quinta-feira (26) o recurso de reconhecimento de escrita para dispositivos móveis. Proprietários de celulares e tablets com visor sensível ao toquem podem escrever com letra de imprensa para que o buscador reconheça suas letras e faça a pesquisa pelos termos. O recurso funciona em Android e em iOS.
Google Handwrite (Foto: Divulgação) 
Google Handwrite (Foto: Divulgação)
Essa é a mais uma forma de realizar pesquisas no Google. Anteriormente, o buscador havia anunciado o reconhecimento de voz e o campo de pesquisa que automaticamente sugere termos para que o usuário decida com rapidez aquilo que ele deseja pesquisar.

O reconhecimento de escrita funciona nos dispositivos rodando iOS 5 ou superior, nos celulares com Android 2.3 ou superior e nos tablets com Android 4.0 ou superior. De acordo com informações da companhia, o recurso funciona em português e outros 27 idiomas. Quem usa Android deve ficar ciente de que, segundo o Google, o reconhecimento tende a funcionar melhor no navegador Chrome.
Vá em Configurações e ative a opção Pesquisa Escrita para ativar o reconhecimento de escrita. Não se esqueça de salvar a mudança nos ajustes antes de retornar à página inicial do Google a partir do dispositivo móvel. Um novo botão no canto inferior direito ativa o reconhecimento.
(Fonte - TechTudo)

Valor de mercado do Facebook cai US$10 bilhões

Investidores reduziram o valor do Facebook em US$ 10 bilhões nesta sexta-feira (27/04), levando as ações recém-listadas a uma nova mínima.

De acordo com a Reuters, a queda de 17% das ações levaram a capitalização de mercado do Facebook para US$ 48 bilhões, menos da metade do valor de lançamento na Oferta Pública de Ações (IPO, em inglês) de US$ 100 bilhões, em maio.

A mais recente queda custou ao presidente-executivo Mark Zuckerberg, cerca de US$ 2,3 bilhões de dólares, com base em sua participação na empresa.

A rede social bateu as expectativas de receita na quinta-feira (26/07), em sua primeira divulgação de resultados trimestrais como uma empresa pública, mas a companhia falhou em tranquilizar os investidores sobre suas perspectivas futuras.

Investidores preocupados sobre como a rede social fará dinheiro com publicidade móvel esperavam que a empresa daria um sinal de que o crescimento da receita estava melhorando. As ações caíram cerca de 40% do valor de mercado desde sua estreia em bolsa.

Elas caíram para um novo recorde de baixa de US$ 22,28 na manhã desta sexta-feira, antes de se recuperarem para US$ 23,03.

Pelo menos quatro corretoras, incluindo Barclays Capital, cortaram seus preços-alvo para as ações do Facebook, apesar de que a maioria sugeriu que a empresa vale mais do que os atuais níveis de negociação.
(Fonte - TechTudo)

Smartphones da Sony lançados em 2011 não receberão Jelly Bean

A Sony anunciou que os smartphones da linha Xperia lançados em 2011 não serão atualizados para a nova versão do Android, de codinome "Jelly Bean". A informação foi dada por John Cooper, gerente de produtos da Sony Mobile no Reino Unido, durante uma sessão de perguntas e respostas na página oficial da fabricante no Facebook.
Sony Xperia Arc S, já com Android 4.0  (Foto: Allan Melo/TechTudo) 
Sony Xperia Arc S, já com Android 4.0 (Foto:
Allan Melo/TechTudo)
Em resposta aos usuários curiosos, Cooper afirmou que o Xperia Arc S não receberá a atualização para o Jelly Bean, mas a empresa está sempre “desenvolvendo novos smartphones e garantindo que eles receberão as últimas atualizações”. O executivo da Sony também confirmou que os proprietários do Xperia Mini Pro não serão atualizados para o Android 4.1.
Lançado em setembro de 2011, o Xperia Arc S não possui hardware parrudo, mas tem configurações melhores que o Nexus S, smartphone fabricado pela Samsung em parceria com o Google que está começando a receber o Jelly Bean. O aparelho da Sony possui processador de 1,4 GHz, 512 MB de RAM e câmera de 8 megapixels.

A fabricante japonesa ainda não divulgou um cronograma detalhado dos aparelhos que receberão o Jelly Bean, mas é provável que os aparelhos mais novos, como o Xperia S, sejam atualizados. A empresa está distribuindo o Ice Cream Sandwich para toda a sua linha Xperia de 2011, inclusive para os smartphones mais básicos, como o Xperia Mini.
(Fonte - TechTudo)

Quantidade de usuários no Instagram triplicou em cinco meses

Os últimos cinco meses foram agitados para o Instagram. Neste período, o aplicativo de fotos, que foi recentemente adquirido pelo Facebook, conseguiu praticamente triplicar o seu número de usuários. De acordo com dados revelados pelo site especializado Quora, a rede social tinha “apenas” 27 milhões de usuários em março deste ano. Agora, em julho, já são 80 milhões.
Instagram não para de crescer neste ano (Foto: Divulgação) 
Instagram não para de crescer neste ano (Foto: Divulgação)
O curioso é que um crescimento semelhante já havia acontecido entre janeiro e maio deste ano, quando ocorreu um grande “boom” do Instagram, elevando o seu número de usuários de 15 milhões para 50 milhões. O crescimento da popularidade do programa é impressionante. Desde o dia 1 de maio, quando foi comprado pelo Facebook, a rede ganhou 30 milhões de novos usuários.

Os dados são impressionantes. O anúncio foi feito oficialmente no blog do Instagram, onde a equipe do serviço revelou ainda que os usuários já compartilharam cerca de 4 bilhões de fotos por meio do aplicativo, que foi lançado em outubro de 2010. Entre os motivos para todo este sucesso, é claro, estão o destaque recebido na mídia, o lançamento do app para o Android e o fechamento do acordo com o Facebook.
Muitas pessoas acreditavam que este crescimento do Instagram era temporário. No entanto, pelo visto, a mania do compartilhamento de fotos com efeitos ainda pode dar muito o que falar na Internet. Resta saber quais são os planos de seu novo dono, Mark Zuckerberg, para manter este serviço sempre no topo. Afinal, desde que o Facebook adquiriu o programa, quase nada mudou.
(Fonte - TechTudo)

Mark Zuckerberg descarta smartphone do Facebook: ‘Não faria sentido’

Apesar das crescentes especulações, o Facebook Phone não vai sair do papel. É o que garante o CEO da rede social, Mark Zuckerberg. Em apresentação na última quinta-feira (26), quando anunciou os lucros da companhia nos últimos meses, ele negou que tenha qualquer plano de lançar um aparelho de telefonia móvel. “Não faria muito sentido”, resumiu.
Zuckerberg não quer desenvolver smartphone (Foto: Reprodução) 
Zuckerberg não quer desenvolver smartphone (Foto:
Reprodução)
Ou seja: as informações de que a HTC e o Facebook estariam preparando a apresentação de um smartphone para o ano que vem não parecem proceder. Apesar disso, Zuckerberg não nega que está investindo em algo relacionado à telefonia móvel. Um sistema operacional seria uma hipótese, mas algumas outras características funcionais que possam facilitar a experiência de uso da rede social nos celulares talvez faça mais sentido.
“Há muitas coisas que você pode construir em sistemas operacionais que não estão relacionadas ao desenvolvimento de um telefone inteiro, que é algo que não faria sentido para nós fazermos. Acredito que estamos muito mais próximos do começo do que do fim em termos do que podemos fazer com os aplicativos que usamos atualmente. Eles são relativamente básicos comparados ao que pensamos que alguém poderia imaginar que gostaria de ter em sua experiência com o Facebook a partir de um telefone”, observou.

Recentemente, por exemplo, o Facebook fez uma parceria com a Apple e criou um novo sistema de compartilhamento de dados e imagens com o iOS 6, nova versão do sistema operacional da companhia de Cupertino. Será que as inovações vão realmente ficar só nisso? Há muitos especialistas que acreditam que Zuckerberg tem, sim, muitos motivos para lançar um smartphone. Enquanto isso, ele nega. Qual será a verdade por trás disso?
(Fonte - TechTudo)