Segundo Facebook, não há violação de dados. (Foto: Divulgação)Toda a polêmica começou quando o pesquisador australiano divulgou um estudo em que analisou os códigos de programação do Facebook e percebeu que bastava um usuário clicar no botão “Curtir”para ele começar a ter seus dados rastreados – sem nenhum tipo de aviso ou pergunta.
Arturo Bejar, diretor de engenharia do site, afirmou que, apesar de as informações serem redirecionadas para os servidores da rede, elas eram logo apagadas e não tinham nenhum uso extra – como fazer análise de mercado ou vendê-las para anunciantes da página. Ainda assim, o problema foi visto como grave por boa parte da mídia de todo o mundo.
(Fonte - G1)
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