sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

O que é internet 4G?

A internet 4G é a sucessora direta da 3G, que traz avanços significativos principalmente na velocidade de conexão e no carregamento de dados. A sigla vem da expressão 4th Generation, ou seja, a quarta geração de internet móvel.
A principal vantagem da 4G é a sua facilidade de carregar e enviar dados, o que torna possível, por exemplo, assistir a filmes de alta definição enquanto são baixados, ou armazenar vídeos no computador no momento em que estão sendo captados pela camera.
Samsung 4G LTE possui a tecnologia de quarta geração (Foto: Divulgação) 
Samsung 4G LTE possui a tecnologia de quarta geração (Foto: Divulgação)
A tecnologia 4G promete aumentar em até 180 vezes a velocidade de navegação em relação ao 3G. O seu serviço também é mais estável, permitindo uma qualidade de conexão até mesmo em veículos em movimento, ao contrário da conexão atual, que muitas vezes tem o sinal reduzido nessas situações.
Além disso, a rede 4G é baseada totalmente em protocolo IP, utilizado atualmente para conexão com a internet pelos computadores. Com a utilização do IP em uma rede de telefonia celular, é possível o suporte de mais usuários acessando simultaneamente.

Os dois principais exemplos de internet de quarta geração em prática atualmente são a tecnologia WiMax e a Long Term Evolution, ou LTE. A primeira, disponível principalmente nos Estados Unidos, já é oferecido por operadoras como a Sprint, enquanto a segunda, mais popular na Europa, já foi adotada por operadoras americanas como a Verizon. As duas tecnologias estão em frequente disputa para se consolidarem como a principal fornecedora de 4G do mercado.
No Brasil, a internet 4G está disponível somente em Brasília, a partir de um serviço da empresa de televisão a cabo Sky. Chamada de Sky Banda Larga, a internet, porém, não funciona como o 4G disponível no exterior, que permite a conexão em alta velocidade para dispositivos como celulares e notebooks. A 4G oferecida pela Sky está disponível somente para modens fixos, podendo ser usada em casa ou em escritórios. Ainda assim, a chegada da 4G propriamente dita está prevista para antes da Copa do Mundo de 2014.
(Fonte - TechTudo)

Kodak aposta em patentes para permanecer no mercado fotográfico

Desde 1881, a Kodak vem apresentando novidades no campo da fotografia. Nesta quinta-feira (19), porém, a companhia virou notícia por declarar concordata da controladora e de suas subsidiárias nos Estados Unidos. O movimento já era esperado e reflete no mercado: as ações da Kodak chegaram a registrar queda de 35% na bolsa de valores de Nova York.
Sede da Kodak em Rochester, Nova York. (Foto: ADAM FENSTER / REUTERS) 
Sede da Kodak em Rochester, Nova York.
(Foto: Adam Fenster / Reuters)
Para chegar a esta situação, a Kodak foi perdendo competitividade ao longo dos anos. O último lucro da companhia foi registrado em 2007. Desde lá, só prejuízo. Atualmente a Kodak tem compromissos financeiros próximos dos US$ 7 bilhões. Há dez anos a empresa tinha 64 mil funcionários, número que caiu para 17 mil — só nos EUA são 9 mil colaboradores.
Ao requisitar proteção apelando para o “Capítulo 11” nos Estados Unidos, a Kodak garante mais alguns meses de sobrevida para reorganizar a operação e reavivar a liquidez. Em comunicado, a companhia diz que vai se fortalecer nos mercados em que há mais chances de continuar a marcar presença. Espera-se que a Kodak tire proveito das mais de mil patentes registradas em seu nome para salvar a companhia.
O Citibank concedeu empréstimo de US$ 950 milhões a Kodak, que serão liberados ao longo de dezoito meses. Para receber o dinheiro, primeiro a Kodak precisa de autorização de um juiz de comércio nos Estados Unidos.
Embora a concordata seja uma má notícia, ela afeta mais diretamente as operações da Kodak no país de origem. Aqui no Brasil as obrigações com fornecedores estão mantidas, de acordo com comunicado emitido pela empresa controladora. O mesmo vale para as subsidiárias da Kodak espalhadas pelo mundo.
(Fonte - TechTudo)

Grupo hacker diz ter derrubado site do FBI

Anonymous já teria tirado do ar o site do Departamento de Justiça dos EUA.
Ação seria protesto contra a derrubada do site Megaupload.com.

Do G1, em São Paulo
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Anonymous diz ter derrubado site do FBI do ar (Foto: Reprodução)Perfil do Anonymous no Twitter anuncia que tirou
site do FBI do ar (Foto: Reprodução)
O grupo hacker Anonymous afirmou na noite desta quinta-feira (19) por meio dos seus perfis no Twitter que derrubou o site do FBI, a polícia federal dos Estados Unidos. Às 23h50, o endereço www.fbi.gov estava inacessível. O site ficou fora do ar por cerca de 1 hora. O governo americano não disse se foi uma falha ou se realmente houve um ataque.
Nesta quinta, o Anonymous também disse ter sido responsável pela saída do ar dos sites do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, da Universal Music, da Associação de Filmes dos EUA e da Associação da Indústria Fonográfica do país, dentre outros endereços.
A movimentação é em protesto contra a derrubada do site de compartilhamento de arquivos Megaupload e a prisão de seu fundador nesta quinta na Nova Zelândia.
No Twitter, o grupo diz "a internet contra-ataca", e que a luta é pela “liberdade da internet”. Em uma das postagens, o Anonymous também ameaçou um ataque contra o site da Casa Branca.
O Megaupload, um dos maiores sites de compartilhamento de arquivos do mundo, foi tirado do ar nesta quinta. O fundador da companhia e vários de seus executivos foram acusados formalmente de violar leis antipirataria nos Estados Unidos, informaram promotores federais do país. A acusação alega que o site deu aos detentores de direitos autorais mais que US$ 500 milhões em prejuízo por facilitar a pirataria de filmes e outros tipos de conteúdo.
"Parece que o justice.gov (site do Departamento de Justiça dos Estados Unidos) foi atacado por navios piratas", diz postagem em perfil no Twitter do grupo Anonymous (Foto: Reprodução)"Parece que o justice.gov (site do Departamento de Justiça dos Estados Unidos) foi atacado por navios piratas", diz postagem em perfil no Twitter do grupo Anonymous (Foto: Reprodução)
Em comunicado, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos disse que o fundador do Megaupload, Kim Dotcom (também conhecido como Kim Schmitz), e outros três executivos da empresa foram presos nesta quinta na Nova Zelândia a pedido de oficiais norte-americanos.

O Megaupload é único não somente pelo grande volume de downloads que possibilita, mas pelo apoio que tem de celebridades e músicos, geralmente vistos como vítimas da violação das leis antipirataria. Antes de ser tirado do ar, o site trazia o “apoio” de nomes como a socialite Kim Kardashian e os músicos Alicia Keys e Kanye West. As celebridades chegaram a gravar um vídeo de apoio à companhia, mas as imagens foram tiradas do ar pelas gravadoras.
SOPA e PIPA
A derrubada dos sites acontece um dia depois que diversos endereços, incluindo a Wikipédia e a Craigslist, tiraram seus sites do ar em protesto com o SOPA e o PIPA, dois projetos de lei antipirataria que circulam nos Estados Unidos.
O Stop Online Piracy Act (SOPA) é um projeto de lei com regras mais rígidas contra a pirataria digital nos EUA. Ele prevê o bloqueio no país, por meio de sites de busca, por exemplo, a determinado site acusado de infringir direitos autorais. O foco está principalmente em sites estrangeiros, contra os quais as empresas americanas pouco podem agir. No Senado, circula o Protect IP Act, conhecido como PIPA (ato para proteção da propriedade intelectual), outro projeto sobre direitos autorais que mira a internet.
Ambos são apoiados por empresas de entretenimento, constantes alvos de pirataria, mas são questionados por companhias de internet, como Google, Facebook, Amazon e Twitter, que interpretam as medidas como um tipo de censura aos sites e à liberdade de expressão. O SOPA ainda está sendo avaliado por comissão na Câmara; a PIPA deve ir à votação no Senado ainda neste mês.
(Fonte - TechTudo)

Hackers revidam bloqueio ao Megaupload e realizam ataque online contra sites nos EUA

O grupo hacker Anonymous está de volta. Depois de um breve período sem atividades, eles retornaram para um movimento de vingança contra a retirada do ar do MegaUpload, site de compartilhamento de arquivos. Na tarde dessa quinta (19), o FBI retirou a página do ar e prendeu o seu fundador, com a acusação de pirataria online. Em resposta, os hackers iniciaram uma série de ataques que derrubaram as páginas da Justiça americana e do FBI.
Em seu revide, o Anonymous assumiu a autoria da retirada do ar dos sites da Justiça americana, Associação da Indústria de Gravação da América, Motion Picture Association Of America, Universal Music, Warner Bros., a Broadcast Music Inc., e outros sites de gravadoras. "“A ação contra o Megaupload mostrou que não é necessária uma lei como a Sopa ou sua irmã, a Pipa, para tirar um site do ar", disse o grupo.
No perfil do Twitter, o Anonymous avisou que irá continuar com os ataques na operação conhecida como "opMegaupload", um dos maiores já feitos por eles. "Vocês deveriam ter previsto", disseram irônicos. O evento logo ganhou repercussão na web, com mais de 1800 resultados no Twitter por minuto. "O Governo derruba o #Megaupload? 15 minutos depois o #Anonymous derruba os sites do governo e das gravadoras", foi um dos posts do @YourAnonNews.
O Megaupload é o maior site de compartilhamento de arquivos  e chegou a ser um dos 13 sites mais acessados do mundo. No processo que tirou a página do ar, gravadoras como a Universal Music disse que mais de US$ 500 milhões foram perdidos. Quatro responsáveis pelo site foram presos, e outros três executivos serão processados.

A acusação de que o MegaUpload praticava pirataria online tentou ser rebatida pelos seus responsáveis, que afirmaram que trabalhavam para retirar todos os arquivos com denúncia de infração nos direitos autorais. Nesta noite, um site com o nome do MegaUpload (www.megavideo.bz) voltou ao ar, mas ainda não se sabe a relação com os donos oficiais. "Este é o novo site do MegaUpload. Estamos trabalhando para voltar por inteiro", diz o aviso.
É possível que seja apenas uma ação dos hackers para mostrar que é possível que o site volte ao normal, independentemente da decisão judicial. Em nota, a associação das produtoras de cinema, MPAA, disse que irá procurar todos os responsáveis pelos ataques do Anonymous e que espera levar todos à Justiça. O revide de hoje acabou sendo uma reação às duas leis, Sopa e Pipa, que podem ser aprovadas no Congresso americano.
 Essas leis podem tirar do ar sites que hospedem arquivos ou links que violem direitos autorais. O fim do MegaUpload seria uma prévia do que poderá acontecer no futuro, com uma diferença: o Sopa pode retirar uma página do ar sem necessidade de processo judicial. Estúdios de cinema, TVs a cabo e a indústria fonográfica estão a favor. Do outro lado, Google, Facebook, Twitter, Wikipedia e AOL. Na quarta-feira, um protesto com mais de 10 mil sites contra essas medidas fez com que os projetos perdessem força entre os políticos americanos.
A mobilização online fica fortalecida com esses dois dias de protestos e ataques e já podem entrar na história da internet como a mais acirrada batalha pela liberdade online.
(Fonte - UOL)

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Quanto as grandes empresas digitais perderiam por ficarem um dia fora do ar

Um levantamento baseado na receita anual de grandes sites mostra o quanto eles poderiam perder se ficassem um dia fora do ar. A ideia de fazer esse cálculo surgiu da análise sobre a Wikipedia ter tomado a decisão de fechar o site por 24 horas, em protesto a SOPA.
wiki 
Protesto criado pelo Wikipedia (Foto: Reprodução / Wikipedia)
Se indicássemos outros fatores que envolvem o ambiente de uma empresa, como investidores, força da marca e experiência do consumidor, esses números seriam ainda maiores. Mas já da para se ter uma ideia do prejuízo que elas podem adquirir caso escolham esse tipo de ação.
Google: Pesquisas apontam que em julho de 2011 a empresa estava fazendo US$ 3 bilhões por mês em publicidade. Se o Google resolvesse desligar seus servidores por um dia, em vez de apenas cobrir seu logotipo, como foi feito, teria perdido cerca de US$ 100 milhões.
Facebook: As previsões sobre as receitas da rede de Mark Zuckerberg para o ano passado, girava em torno de US$ 4,27 bilhões. Sendo assim, o Facebook perderia quase US$ 11,7 milhões, além de deixar uma tonelada de usuários irritados com a empresa.
Twitter: Com receita anual de US$ 140 milhões, a perda do Twitter ao seguir os passos do Wikipedia seria de aproximadamente US$ 400 mil. Isso sem contar que no dia seguinte esse assunto estaria nos trending topics do site.

eBay: Baseado na estimativa de que em 2011 o lucro do eBay seria de US$ 10,2 bilhões, um dia fora do ar faria com que a empresa perdesse US$ 28 milhões. Além disso, teriam baixas consideráveis em vendas por cada vendedor durante essas 24 horas.
Amazon: A gigante do e-commerce teria conquistado no ano passado US$ 30 bilhões. Se o protesto ao SOPA fosse aderido pela empresa, teriam um prejuízo girando em torno de US$ 82 milhões.
Yahoo: A empresa teria perdido US$ 11,8 milhões, com base no lucro de US$ 1,07 bilhão que a companhia obteve no terceiro trimestre de 2011.
Groupon: Há uma estimativa inicial que o Groupon poderia arrecadar esse ano algo próximo a US$ 2,6 bilhões. Essa conta já poderia ter US$ 7 milhões descontados caso o site tivesse ficado fora do ar.
(Fonte - TechTudo)

PSN entrará em manutenção nesta quinta, 19 de janeiro

A PlayStation Network estará fora do ar nesta quinta, dia 19 de janeiro. Mas não se preocupe, é apenas uma manutenção de rotina. Seu horário, por outro lado, pode ser especialmente frustrante para os jogadores brasileiros: acontecerá entre as 14h desta quinta e as 3h da manhã de sexta, horário de Brasília.
PlayStation Network (Foto: Divulgação) 
PlayStation Network (Foto: Divulgação)
As redes do PlayStation 3, PSP e PS Vita (para quem já comprou o japonês) estarão offline durante o período. A PlayStation Store, a PlayStation Home e o serviço de gerenciamento de conta não poderão ser acessados. Além disso – e talvez a informação mais importante –, é que games que exigem autenticação online, ou que apenas possuam modos de jogo online, provavelmente não poderão ser jogados. A Sony não deu maiores informações sobre games, mas não custa tentar.
Manutenções de rotina na PSN como esta são comuns e periódicas, e avisaremos sempre que a rede apresentar mudanças.
(Fonte - TechTudo)

Hitman: Absolution não fará parte da cronologia oficial da série

O produtor chefe de Hitman: Absolution, Hakan Abrak da IO Interactive, esteve no blog oficial do PlayStation respondendo perguntas de fãs. Lá ele confirmou que o jogo não se passa dentro da cronologia oficial da série, mas que ainda assim não se trata de um reboot.
Hitman: Absolution (Foto: Divulgação) 
Hitman: Absolution (Foto: Divulgação)
Um fã perguntou se o jogo seria uma sequência de Hitman: Blood Money, último game da série, que foi lançado em 2006. Abrak respondeu que Absolution “não se passa em nenhuma cronologia específica de Hitman. O cenário é um pouco diferente e estamos levando a história em outra direção”.

Pela primeira vez, Agent 47 não estará preso aos seus contratos, partindo em uma busca pessoal, enquanto é caçado devido a uma traição. Hitman: Absolution se passa em uma espécie de cenário alternativo, onde Diana Burnwood não salvou a agência, a qual agora está passando por algum tipo de crise.
Porém, Abrak também descarta que se trate de um reboot da franquia: “Eu não iria tão longe, mas estamos explorando diferentes aspectos do Agent 47. A história é mais sombria, mais pessoal. Você poderá experienciar o personagem sendo colocado em uma situação incomum”.
“Ele não está só cumprindo contratos; ele está sendo caçado e está caçando por motivos pessoais. Se você é um fã antigo da série, sabe o quanto isso é incomum para o frio e calculista Agent 47″, complementou ele.
Hitman: Absolution tem lançamento estimado para o Xbox 360 e PlayStation 3 em dezembro de 2012.
(Fonte - TechTudo)